Imóveis devem subir mais na periferia
Regiões de São Paulo que ainda não estão consolidadas tendem a concentrar valorização, dizem especialistas
Em 5 anos, zonas que misturam residências, comércio e serviços devem ser as preferidas dos moradores de SP
DE SÃO PAULO
Capital absoluta do setor de serviços, a São Paulo de 2016 será uma selva de pedra, com alta densidade populacional, trânsito insuportável e em que as pessoas vão trabalhar longas jornadas em condomínios comerciais que terão escritórios, lojas, clínicas, hotéis e residências.
Para sobreviver ao caos, o paulistano daqui cinco anos vai procurar (e pagar caro para ter) mais qualidade de vida, ficar próximo do verde, reciclar e consumir com responsabilidade, segundo especialistas.
Nas regiões mais consolidadas, os preços dos imóveis não subirão tanto como nos últimos anos -em 2010, os apartamentos novos subiram 34,4% na cidade, maior alta desde 1996, segundo a Embraesp, consultoria de avaliação imobiliária.
Em São Paulo, o preço dos imóveis sobe nas regiões em processo de verticalização, puxado pelos lançamentos.
Só que as regiões mais disputadas hoje -Jardins, Itaim, Moema, Pinheiros e Higienópolis- não têm mais nem terrenos nem direitos para construir acima dos limites de zoneamento urbano, inviabilizando novos empreendimentos.
A solução será o retrofit (reforma) de edifícios inteiros ou a construção de predinhos butiques, com poucos escritórios e residências alternativas, como lofts.
"Quem quiser ganhar dinheiro com valorização de imóveis tem de apostar em regiões que ainda não estão consolidadas. Regiões como Santo Amaro, que é para onde o crescimento da cidade avança, pode subir entre 30% e 40% em três anos", diz Danilo Camargo, gerente de novos negócios da BNCorp.
A incorporadora de escritórios é especializada em prospectar áreas para criar infraestrutura de serviços.
"Os imóveis não vão continuar subindo tanto; muitas regiões já estão com preço próximo do teto. Mas também não vai ter redução", disse Luiz Paulo Pompéia, diretor da Embraesp.
As regiões com imóveis de maior potencial de valorização até 2016 são aquelas que concentrarão um mix saudável de residências e de serviços completos, sem perder o clima aconchegante de comércio de bairro e de vizinhança em que todos parecem se conhecer.
O maior luxo será andar a pé e vencer pequenas distâncias de táxi -os transportes públicos ainda serão ruins em 2016. Carro será um luxo suburbano, daqueles que se sujeitam a pagar fortunas por estacionamento e a passar horas no trânsito.
Quem puder vai morar ao lado do trabalho, mesmo que seja em um pequeno studio.
"Apartamento de 40 m2 na Faria Lima vai valer R$ 700 mil, o mesmo preço de uma casa de 200 m2 fora da cidade. Isso aconteceu em Nova York, com as famílias indo para o Brooklin e os executivos solteiros ficando em Manhattan", disse Camargo.
A diferença é a que a infraestrutura de transporte público para se chegar à periferia não estará pronta ainda.
(TONI SCIARRETTA)

Modalidade de empréstimo ainda é incipiente no país; valor pode chegar a R$ 750 mil
CAROLINA MATOS
DE SÃO PAULO
A Credicard, empresa de soluções de crédito do Citigroup, entra no nicho de refinanciamento de imóveis, em parceria com a Brazilian Mortgages, que pertence ao Grupo BFRE (Brazilian Finance Real Estate), do setor financeiro imobiliário.
Nesse tipo de empréstimo, o tomador do crédito -que pode ser utilizado para qualquer finalidade- deixa como garantia um imóvel que esteja em seu nome.
Esse é um segmento ainda incipiente no Brasil.
Nos últimos anos, outras instituições começaram a oferecer produtos nessa linha, como HSBC, Itaú e Bradesco. Mas o segmento segue pouco expressivo no mercado de crédito do país.
"No exterior, como nos EUA, a participação desse tipo de empréstimo no total do crédito imobiliário supera 60%", diz Fabio Nogueira, sócio-fundador e diretor da BFRE.
Contudo, é importante lembrar que a falta de controle sobre a qualidade do crédito foi o motor da crise que explodiu no mercado de hipotecas norte-americano e se alastrou para todo o sistema financeiro mundial.
Para evitar esse tipo de situação, dizem Credicard e BFRE, "há limites seguros" para o financiamento oferecido: a quantia não pode ultrapassar 50% do valor do imóvel e o comprometimento da renda familiar para o pagamento da dívida não pode ser maior que 30%.
Além disso, o valor do empréstimo, que começa em R$ 25 mil, pode chegar a, no máximo, R$ 750 mil.
"O brasileiro está aprendendo a se endividar, com um controle maior. Queremos oferecer todas as alternativas para que o consumidor selecione a mais adequada", explica Leonel Andrade, presidente da Credicard, que começou a investir em crédito pessoal em 2009.
GARANTIA
Na avaliação de Gilberto Braga, consultor e professor de finanças do Ibmec-RJ, o desenvolvimento do refinanciamento imobiliário no país é positivo. Por existir uma "garantia real", que é o imóvel, as taxas de juros tendem a ser menores do que outras praticadas no mercado.
Mas Braga alerta: esse tipo de crédito não é feito para "rolar outras dívidas". "O tomador do empréstimo tem que ter planejamento e certeza de que vai conseguir honrar o compromisso. Caso contrário, corre o risco de perder a casa", diz.
O consumidor deve lembrar que, na operação, o imóvel passa a pertencer ao credor por alienação fiduciária (mesmo mecanismo usado no financiamento para compra de imóveis e veículos) até a quitação da dívida.
Nesse caso, a execução da garantia (tomada do imóvel pelo credor) em caso de não-pagamento do débito é assegurada por lei.
Teoria Cibernética e Trabalho em Equipe
Surinder Deol
A teoria cibernética foi uma fonte de inspiração para os fundadores da PNL. Mesmo em nossos dias, podemos encontrar referências ao pensamento cibernético na literatura da PNL. Mas, no conjunto da literatura gerencial, a teoria cibernética foi ofuscada por novas teorias, como a dinâmica de sistemas (pensamento de sistemas), caos e complexidade que, sem dúvida, ampliaram o alcance inicial das pressuposições cibernéticas. Isso resultou em algumas conotações negativas ligadas à cibernética, como sendo essencialmente uma teoria de controle no sentido mecanístico – situação não muito desejável quando se sabe quão negativamente o "controle" é considerado nas organizações.
Este artigo é uma tentativa de revisitar algumas das pressuposições cibernéticas fundamentais e sua possível aplicação a algo que as organizações valorizam muito – o trabalho em equipe. Os princípios cibernéticos poderiam ajudar, de alguma maneira, a compreender a natureza do trabalho em equipe, digamos, para um planejamento melhor e execução de tarefas? Como seria uma equipe organizada estritamente de acordo com os princípios da cibernética?
Em termos simples, a idéia cibernética pode ser assim conceituada: quando os sistemas estão preparados para funcionar num certo nível de eficiência ou de resultados, eles contêm dentro de si próprios a capacidade de fornecer retorno "negativo" (quando o objetivo não é alcançado), e realizar ação corretiva para mover o sistema ao nível desejado. Os sistemas de resfriamento e aquecimento são os melhores exemplos da cibernética em ação. Mas as equipes são formadas por seres humanos – autônomos e de muitas maneiras controversos. De que modo o sistema pode ser utilizado para fazer correções neste contexto? Naturalmente, a resposta do sistema não será a mesma como nos sistemas mecânicos. Mas há alguns paralelos importantes e interessantes.
As equipes, da mesma maneira que os sistemas mecânicos, têm objetivos expressos claramente (resultados). Nós sabemos pela experiência que as equipes de alto desempenho também são auto-reguladoras – outra propriedade essencial dos sistemas cibernéticos.
As equipes se preocupam com o retorno negativo – o que estão alcançando e de que forma estão deixando de alcançar os objetivos previamente estabelecidos. Qual é a natureza das lacunas – elas estão perdendo o objetivo por uma margem pequena ou grande? Isso deve engatilhar uma reação investigadora: o que está causando a falha? Como explicamos a falta de realização?
Os sistemas cibernéticos são repetitivos por natureza, o que significa que eles tendem a repetir infinitamente seus sucessos e suas falhas. Isso é exatamente o que acontece às equipes. Sucesso aos bem sucedidos e fracasso àqueles que falham, e isso pode tomar a forma de um círculo virtuoso ou vicioso.
Os sistemas cibernéticos não são muito bons em explicar todas e as diversas relações causais dentro de um elo. Por quê? Porque se trata de computações muito complicadas, e não existe algoritmo verdadeiro ou experimentado para fazer isso com precisão. O caso das equipes de trabalho é idêntico. As explicações para o sucesso e fracasso podem ser perturbadoras, para dizer o mínimo, devido aos comportamentos defensivos dos membros da equipe. Qualquer discussão sobre o fracasso pode degenerar facilmente em culpa e negação, e em desentendimentos.
Uma das grandes limitações dos sistemas cibernéticos é sua incapacidade de lidar com um retorno positivo ou mais intenso, o que significa que negam ou deixam de reconhecer a natureza reforçadora dos ciclos causais. Uma pessoa viciada em drogas descerá cada vez mais fundo, a menos que alguma ação corretiva seja realizada, sob a forma de aconselhamento ou tratamento contra as drogas. Um estudante brilhante subirá cada vez mais na conquista de honras acadêmicas, a menos que seja parado em seu caminho por um acontecimento negativo, como doença, constrangimento financeiro, ou outro constrangimento ambiental. O sucesso na vida é, portanto, apresentado, muitas vezes, como a luta por encontrar um tipo correto de ciclo reforçador. Se estou surfando a onda que está subindo eu subirei com ela, a menos que outra força intervenha e me faça parar. Equipes de alto desempenho são realmente boas em identificar os ciclos positivos reforçadores. Neste sentido, elas suplantam as fraquezas típicas da teoria cibernética.
Um agente fora do sistema determina os critérios de desempenho que regem os sistemas cibernéticos. Isso se chama ponto externo de referência. Nós programamos a temperatura da sala e o sistema executa nosso comando. As equipes possuem pontos externos de referência? Claro que possuem, na maioria dos casos, porque as equipes são formadas em função de ações específicas de gerenciamento, com a finalidade de alcançar resultados específicos. Essas ações são chamadas de "termos de referência" para a equipe, porque dão legitimidade organizacional e recursos – orçamento, tempo, e mandam fazer certas coisas e não outras. Essa prestação de contas externa pode ser uma limitação em alguns casos, pois a equipe pode ter mais criatividade do que o agente externo para especificar melhor sua agenda de ações e usar os recursos de uma forma mais produtiva.
Este é o ponto no qual precisamos ultrapassar a estrutura cibernética e enfatizar a importância da liderança da equipe. As máquinas não pensam como os seres humanos (ainda não, com certeza!). Elas são criadas para obedecer instruções ou regras. O comportamento da máquina é cem por cento governado por regras. O comportamento humano, por outro lado, degenera qualitativamente quando é governado por regras. Lembra-se dos guardas dos campos nazistas, que diziam estar simplesmente obedecendo o regulamento? Em tais casos extremos, as regras podem privar-nos de nossa humanidade e moralidade. A liderança, quando é visionária e iluminada, liberta grupos de pessoas de suas limitações auto-impostas, de seus sistemas de crença limitadores. É sob tais circunstâncias que as pessoas alcançam resultados extraordinários, não por violar as regras, mas através da expansão de suas definições e enriquecendo seu significado.
Outro ponto de desigualdade entre um sistema mecânico e um sistema humano é que, enquanto o primeiro não tem memória ou consciência de sua própria história (a menos que dados anteriores sejam colocados em algum tipo de disco rígido), o último não pode viver sem memória. Os seres humanos são produtos de suas histórias pessoais, mais do que de qualquer outra coisa. Uma equipe pode ser vista como uma agregação de diversas histórias interagindo num sistema dinâmico de equipe, criando acordos e desacordos, harmonia e conflito, sucesso e fracasso.
Independentemente dessas grandes diferenças entre as perspectivas cibernéticas e as de uma equipe, a cibernética nos dá uma lição muito válida, que não pode ser ignorada – a maneira como essas duas perspectivas definem o sucesso. Um sistema cibernético bem sucedido é o que possui estabilidade, consistência e harmonia. Podemos imaginar uma equipe de alto desempenho sem qualquer desses atributos?
As equipes requerem estabilidade porque são o amortecedor organizacional contra os distúrbios ambientais. Uma organização sem uma rede de equipes estável se desagregaria facilmente em face dos choques externos como a recessão, a luta civil, a competição acirrada, ou as importações estrangeiras. As equipes também precisam de consistência. E esta é necessária tanto na forma como o negócio é realizado, como nos atos comportamentais de cada membro. Por último, mas não de menor importância, a harmonia da equipe é um recurso valioso sem o qual a excelência da equipe permaneceria como um objetivo distante.
Concluindo, podemos definir uma organização efetiva, em amplos termos cibernéticos, como uma entidade que consiste de diversas equipes auto-reguladoras funcionando de acordo com alguns padrões claramente estabelecidos de ações e comportamentos (regras). Essas equipes são plenamente autorizadas a buscar novos modelos de ação e comportamento, visando a tomar ação corretiva sempre que necessário. Como se pode ver, esta definição está longe da cibernética clássica, mas se pudermos viver com isso, poderemos ver de que maneira algo mágico pode acontecer quando os princípios científicos são aplicados para impulsionar as metas e objetivos humanos. Os seres humanos têm a capacidade inata de transcender suas formas mecânicas – as limitações de seus corpos – e as limitações de seu pensamento mecânico para produzir resultados extraordinários, para dançar na superfície da lua, para explorar as profundidades dos oceanos, para criar vida numa célula, e para decifrar os complexos mistérios da criação.
Surinder Deol é facilitador de desenvolvimento de liderança em Potomac, Maryland. Ele pode ser acessado em sdeol@erols.com.
Publicado na revista Anchor Point de abril 2002.
Trad. Hélia Cadore
Thomas Henry Huxley disse: " A grande finalidade da vida não é conhecimento, mas ação". Seus projetos são um sucesso quando o resultado de suas ações dão certo. Sucesso é o esforço contínuo que se faz par tornar-se maior. É a oportunidade de continuar crescendo emocional, social, espiritual, fisiológica, intelectual e financeiramente; enquanto se contribui de uma forma positiva para os outros.
Por que não somos todos capacitados, felizes, ricos, saudáveis e bem sucedidos? Porque todo grande sucesso está relacionado com ação.
É a ação que produz resultados. O conhecimento é um poder potencial que precisa ser transformado em ação. Poder é a habilidade de agir.
Vivemos numa sociedade da informação. Tem poder quem possui informação e os meios para comunicá-la. numa sociedade de informação o poder é o conhecimento. Mas o conhecimento somente se tornará informação quando comunicado.
Nós produzimos duas formas de comunicação. A primeira é a comunicação interna, aquela que imaginamos,dizemos e sentimos dentro de nós. A segunda é a comunicação externa, expressa por palavras, tonalidades, expressões fáceis, postura do corpo, e ações físicas para nos comunicar com o mundo.
Toda comunicação é uma ação, pois tem uma ação em nós e no mundo.
Comunicação é poder.
Até a próxima vez,
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Os melhores professores são aqueles que conseguem criar empatia e assim penetrar no universo dos alunos. O bom relacionamento com os alunos torna mais fácil a tarefa de ensinar.
Em PNL espelhar não é manipular. Espelhar é criar uma ponte através da empatia e do respeito.
O espelhamento nos ajuda a modificar nosso comportamento para conseguir dançar melhor com o nosso próximo.
Sempre que estivermos dispostos a modificar nosso comportamento, adaptando-o aos nossos objetivos, teremos maior chance de obter sucesso em nossos projetos.
Espelhar o outro significa que respeitamos seu geito de ser.
Quando tomamos contato com uma pessoa triste devemos utilizar um tom de voz e um gestual solidário e não um geito do tipo: "Anime-se, isto não é nada".
Após alguns instantes você pode ir gradualmente mudando o comportamento para ver se o outro te segue. Caso tenha sido criado uma empatia, a pessoa vai segui-lo.
No caso deu ma pessoa irada, é interessante reproduzir a raiva, porém em um nível levemente inferior.
Costumamos nos dar bem com pessoas que partilham nossos valores e crenças.
Para ter sucesso precisamos prestar atenção no outro.
Até a próxima vez.
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"O segredo de liberar seu verdadeiro poder é estabelecer objetivos suficientemente empolgantes para inspirar sua criatividade e acender sua paixão".
A única maneira de alcançar um objetivo é acionando um sistema em nosso cérebro chamado "Sistema Ativador Reticular". Este sistema é um verdadeiro "Cão de Caça" que vem instalado em nosso cérebro. Quando você coloca no foco algo que você queira sem restrições; algo que você goste muito e deseja desesperadamente. Este sistema começa a mostrar para você aonde aquilo se encontra, não importa o que seja seu objetivo. O alvo esta fixado e travado; e o tiro é certeiro.
Veja o que acontece quando você se interessa por um determinado assunto e começa a se aprofundar neste assunto. Em pouco tempo parece que todo mundo resolveu de uma hora para outra se interessar pelo mesmo assunto. Você acha aquilo escrito em todos os lugares, parece que estão publicando um montão de livros a respeito, você começa a conhecer pessoas interessadas na mesma coisa.
Sabe o que está acontecendo? O "Sistema de Ativação Reticular" está caçando para você. Ele está encontrando a parte do mundo que está cheia daquilo que você mais gosta. Este quadro passa a ser o paradigma dominante para você.
Observe as pessoas, seus gostos e seus hábitos. Você vai ver na prática o que eu estou dizendo.
Em seguida faça uma experiência prática. Coloque na cabeça algo que você está precisando muito e começe a procurar por aquilo. Leia tudo, assista tudo, conheça tudo. Assim você está programando o seu "Sistema de Ativação Reticular" e ele achará um mundo cheio disto para você. Tente e verá como funciona o "Reino de Deus".
Até a próxima vez.
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O que importa não é o que fazemos de vez em quando mas sim as nossas ações continuadas. Quanto mais fazemos uma coisa mais aprimoramos as nossas habilidades. Veja um jogador de basquete treinando laçamentos até se tornar o melhor naquele fundamento.
A mãe de todas as nossas ações são as nossas decisões. Precisamos aprender a decidir.
E só aprenderemos a decidir decidindo. Tem que ser um exercício continuado.
São as nossas decisões e não a nossa condição de vida que determina nosso destino.
A fórmula definitiva do sucesso envolve quatro passos:
Primeiro: DECIDA o que quer com precisão e clareza.
Segundo: AJA porque desejo somente não basta.
Terceiro: SINTA o que funciona e o que não funciona.
Quarto: MUDE a sua abordagem até alcançar o que deseja.
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Em PNL empatia é chamada de "Rapport", que é um estado aonde as pessoas passam a criar uma atmosfera de confiança, participação e liberdade. Como criar este estado no relacionamento com as pessoas?
Sabemos que quando há empatia a comunicação flui, suas palavras e seus movimentos ficam em sintonia. Neste processo a linguagem corporal e o tom de voz são muito importantes. Quando há empatia entre duas pessoas uma copia a postura da outra, os gestos e o contato visual da outra. A relação até parece uma dança. E quanto maior for a empatia maior será a simetria.
É através da técnica do espelhamento da linguagem corporal e do tom de voz que é possivel estabelecer um clima de empatia rapidamente com qualquer pessoa. O contato visual é uma técnica clara de "rapport".
Outra maneira muito eficiente de estabelecer empatia é coordenar a frequencia da respiração com a outra pessoa.
Estes são os elementos básicos para se criar um relacionamento empático. Esperimente e veja o que acontece.
Mas não se esqueça de que deve ser discreto na sua experiência para conseguir sucesso.
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Ed Roberts passou quase metade da vida preso a um pulmão artificial, e outro tempo em uma cadeira de rodas.
Sua decisão pessoal o levou a ser o primeiro quadripérgico a se formar na Universidade da Califórnia, em Berkeley e trabalhou como diretor do Departamento de Reabilitação do Estado da Califórnia - USA.
Foi ele quem mais fez pressão no governo americano para garantir acesso dos deficientes a todos os lugares.
Pare um momento e olhe para a limitação que você está tendo agora. Pode ser uma doença, uma condição financeira dificil, você pode estar morando mal, pode ter perdido seu empregro ou qualquer destas coisas que nos deixam para baixo.
Vá para um lugar que você considere tranquilo e fique quieto, respire fundo, olhe para o céu e pergunte a você mesmo: Porque está vivendo esta situação agora? O que você tem a aprender com ela? O que você deve fazer? Espere confiante, mantendo em mente a pergunta; e logo a resposta virá.
Leia e indique nossos blogs:
Aprendendo a Apender http://professor.sampaio.blog.uol.com.br
Física da Consciência http://projetophenix.blog.uol.com.br
Em 1955 uma afro-americana chamada Rosa Parks decidiu desafiar uma lei racista americana e se recusou a dar seu lugar em um ônibus para um homem branco.
Este ato causou uma tremenda convulção racista no estado desencadeando toda uma série de discussão a respeito dos direitos civis.
Não importa qual foi a intenção, mas ao escolher um caminho incomum para sua época, muita coisa mudou nos Estados Unidos chegando ao ponto de que 54 anos depois um afro-americano se tornou presidente.
Portanto independente de qualquer coisa, se você não estiver satisfeito com os resultados que está obtendo em sua vida, tome uma decisão agora mesmo: mude.
Leia e indique nossos blogs:
Aprendendo a Aprender http://professor.sampaio.blog.uol.com.br
Física da Conciência http://projetophenix.blog.uol.com.br
"Pode me dizer, por favor, que caminho devo pegar".
"Depende de para onde você quer ir", disse o gato.
"Não me importa muito onde..."disse Alice.
"Então não importa o caminho que você pegue", respondeu o gato.
Quando conseguirmos definir com precisão o que realmente queremos; e quanto mais programarmos nosso cérebro com sensações a respeito do que queremos, maior será a probabilidade de chegarmos ao nosso objetivo.
"A preparação acaba encontrando a oportunidade".
Ser eficiente significa produzir os resultados desejados.
Mas o primeiro passo é saber escolher.
Se você não escolher o que realmente quer, alguém vai escolher por você.
Como podemos descobrir o que realmente queremos?
Podemos não saber exatamente o que queremos; mas sabemos o que queremos sentir quando chegarmos lá.
Podemos não saber que profissão abraçar, mas sabemos exatamente o que queremos sentir quando estivermos trabalhando.
Basta fortalecer as sensações e em seguida procurar no mercado qual a profissão que nos trará realmente aquele estado emocional.
Nossos sentimentos funcionam como o faro de um cachorro. São nossos sentimentos que nos aproximam ou nos fazem fugir do alvo.
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Física da Consciência - http://projetophenix.blog.uol.com.br
Joseph O'Connor em seu livro " Introducing Neuro-Linguistic Programming"-de 1990 nos diz que: "Se a PNL fosse ser apresentada em um seminário de três minutos seria assim:
O apresentador diria:
Senhoras e senhores, para ter sucesso na vida, uma pessoa deve ter em mente apenas três coisas.
No final escreveria na lousa:
RESULTADO
ACUIDADE
FLEXIBILIDADE
e sairia da sala.
Fim do seminário.
"Na vida se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve".
"Tenham Um Feliz Ano Novo"
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Os nossos sentidos são usados para explorar e mapear o nosso exterior. Existe uma infinidade de sensações que nossos sentidos captam a todo instante de tempo. Por outro lado toda esta informação sensorial fica armazenada em nosso subconsciente, esperando o momento de ser usado.
Filtramos estas informações segundo os nossos paradigmas, aprendidos durante nossa vida. O que passa por este filtro paradigmático vem a nossa consciência, o que não passa fica guardado no subcosciente.
Cada um de nós vive sua realidade particular, que é diferente da realidade dos outros, exatamente pela ação de nossos filtros determinados por nossos paradigmas.
Elaboramo nosso próprio mapa de realidade independente de toda a vastidão de informações sensoriais recebidas pelos nossos sensores pessoais ( nossos sentidos ).
O tipo de mapa que traçamos depende daquilo que observamos.
Portanto se um botânico, um lenhador, ou um artista passarem pela mesma trilha na floresta, suas experiências serão muito diferentes.
São nossos paradigmas, que geram nossas crenças e que funcionam como filtros de informação, determinando o que devemos ou não perceber.
Nossos filtros são estruturas comportamentais. Se mudarmos nossos filtros, podemos mudar nosso mundo.
A primeira dessas estruturas é ter uma atitude voltada para os resultados e não para os problemas.
Se você se preocupa mais com os problemas do que com as soluções você tem que mudar esta estrutura. Você tem que começar a olhar mais para o que você tem do que com o que te falta.
A segunda estrutura é mudar o enfoque das perguntas que faz. Ao invés de perguntar: Por quê? passe a perguntar: Como?
Quando se pergunta: Por que se está preocupado com as causas. Mas quando se pergunta: Como? esta-se preocupado em encontrar uma solução para o problema.
A terceira estrutura é a oposição entre feedback e fracasso.
É preciso deixar claro que; como dizia Henry Ford, não existe fracasso e sim a oportunidade de começar de novo de maneira mais inteligênte.
Portanto o fracasso é um beco sem saída. Mas o feedback faz com que mantenhamos em vista o nosso objetivo e continuemos caminhando em sua direção mesmo depois do tombo.
A quarta estrutura consiste em levar em consideração as possibilidades, em vez das necessidades. É importante que levemos em conta o que temos e não o que nos falta.
Um menino perguntou a sua mãe:"O que é PNL?"
Sua mãe disse:"Já lhe digo, mas primeiro vá até seu avô que está alí na poltrona e pergunte-lhe: Como vai sua artrite hoje?"
O garoto perguntou e o avô respondeu: "Sempre fica pior quando o tempo está úmido. Quase não consigo mexer os dedos hoje". Respondeu o velho homem com um fisionomia triste.
O menino voltou para a mãe. "Ele disse que estava ruim, e eu acho que ele sente dor. Você vai me dizer o que é PNL agora?"
"Primeiro vá lá novamente e pergunte ao vovô qual foi a coisa mais engraçada que você fez quando era pequeno."
Ante a pergunta do menino o semblante do velho se iluminou. "Bem, sorriu, houve muitas coisas. Teve uma vez que você e seu amigo brincavam de Papai Noel, e espalharam talco pelo banheiro todo dizendo que era neve. Sua mãe ficou uma fera e eu rí muito daquela cena, afinal eu não precisaria limpar o banheiro todo." No rosto do velho ficou um sorriso.
O menino voltou para a mãe. "Você ouviu o que o vovô disse?"
"Sim", respondeu a mãe. "Você mudou o que ele sentia com algumas palavras.
É isso que é PNL.
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"PNL é o estudo da estrutura da experiência subjetiva".
"PNL é uma estratégia de aprendizagem acelerada para a detecção e utilização de padrões no mundo'
"PNL é a epistemologia de retornarmos àquilo que perdemos - um estado de graça".
"PNL é qualquer coisa que funcione".
"PNL é uma atitude e uma metodologia, que deixam um rastro de técnicas".
"PNL é a influência da linguagem sobre nossas mentes e nossos comportamentos subsequentes".
"PNL é o estudo sistêmico da comunicação humana".
"PNL é o método para a modelagem da excelência de forma que possa ser duplicada".
P - Programação - Como sequenciamos nossas ações para alcançarmos metas.
N - Neuro - A mente e como pensamos.
L - Linguística - Como usamos a linguagem e como ela nos afeta.
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